Coleta mecanizada: maneira segura para o recolhimento do lixo

O caminhão de lixo é nosso velho conhecido. Em determinados dias da semana, ele passa para recolher os resíduos do dia a dia. No entanto, a coleta urbana tradicional, em que lixeiros correm de casa em casa, apesar de funcional, pode expor os trabalhadores ao perigo. Por isso, a coleta mecanizada tem sido cada vez mais adotada, com alta aceitação tanto pelos profissionais quanto pelos cidadãos.

Mas o que é coleta mecanizada? Como ela se aplica no descarte e na coleta de lixo? Entenda tudo neste post:

Coleta mecanizada: o que é?

Como dito acima, ao longo de muitos anos o padrão da coleta de lixo era aquele de recolhimento dos sacos e sacolas de porta em porta. Mas esse tipo de coleta, apesar de ainda ser realizada em muitas cidades, não só se mostra muito menos eficiente e muito mais lenta, como também mais penosa e perigosa para os lixeiros.

Entretanto, o conceito de conteinerização chegou para revolucionar esse cenário, visto que tem mostrado ser muito mais satisfatório que a coleta, até então, convencional. Conteinerização se define como o planejamento e execução da implantação de contentores por toda a cidade, em uma rota com pontos estratégicos, possibilitando assim a coleta mecanizada.  

Além do estudo prévio para a implantação da conteinerização, os contentores utilizados também são produzidos com base em diversas pesquisas, para atender corretamente a coleta. Um bom contêiner usado para armazenar lixo deve ser de polietileno de alta densidade (Pead) injetado com proteção contra raios UV, pois tem altíssima durabilidade e resistência a agentes externos e ao calor. Ele também tem tampa, que evita que animais sejam atraídos pelos resíduos, e rodinhas, que facilitam o transporte.

Como a coleta mecanizada mudou o recolhimento de lixo?

Em vez da tradicional coleta pelos lixeiros, hoje temos métodos mais seguros, higiênicos e que estimulam a coleta seletiva entre os próprios cidadãos. Veja:

Ponto de entrega voluntária (PEV)

É um local da cidade em que a população leva seu lixo para colocar em contentores específicos, que podem ser para resíduos úmidos e secos, sólidos e orgânicos ou para uma divisão mais específica: papel, plástico, vidro e metal, por exemplo. Depois de entregue, os resíduos serão destinados ao tratamento correto.

Ecoponto

O ecoponto é bem parecido ao PEV, mas tem mais opções de descarte. Então, ele “força” o cidadão a fazer uma coleta ainda mais seletiva, levando uma sacola para plástico, outra para papel e assim sucessivamente. 

Dependendo do ecoponto, é possível levar sobras de obra e de poda de árvores, além de pilhas e baterias.

Conteinerização dupla

É a colocação de dois contentores de cores diferentes em pontos estratégicos da região: um para resíduos secos e outro para úmidos. Em vez de o caminhão passar recolhendo as sacolas, os cidadãos levam seus resíduos e colocam nos contêineres específicos.

Esse tipo de trabalho também conta com a coleta seletiva feita pelo próprio cidadão, o que aumenta as chances de que um resíduo inorgânico seja reciclado. Além disso, é aliado à coleta mecanizada, que é muito mais segura, rápida e higiênica.

Quando há mecanização, os lixeiros encaixam o contêiner em braços, que viram o conteúdo da caçamba na boleia. Com isso, eles não precisam retirar manualmente sacola por sacola. Existe também o método em que os contentores são subterrâneos, e são erguidos por um elevador acionado por esses profissionais. 

Entendeu o conceito de conteinerização e como esse trabalho otimiza o recolhimento de resíduos? Ele é a prova de que uma coleta seletiva bem-feita faz toda a diferença no dia a dia da população. Então, descubra agora quais tipos de lixeira para reciclagem são mais viáveis a cada ponto da cidade!

Comments are closed.